19 de setembro de 2016

Vereadores que votaram contra a cessão da Casa da Cultura são alvo de manifestação

Pessoas ligadas ao segmento cultural de Assú começam a articular manifestação via redes sociais, contra os vereadores que votaram contra a cessão da Casa da Cultura ao Governo do Estado, através da Fundação José Augusto.

Começou a circular uma peça gráfica lançada na época da votação, com o seguinte título: “A cultura assuense está de luto’.

Confira:




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2 comentários:

Liana Melo disse...

UMA PROPOSTA AOS VEREADORES DE ASSU:
Estamos há 14 dias das Eleições Municipais e quero propor uma análise para além do voto de Prefeito.
Neste mesmo dia - 02 de Outubro -, elegeremos 15 VEREADORES em Assu. Há novos nomes e os de antes querendo se repetir.
Diante disto, lanço uma oportunidade aos que buscam a reeleição: INFORMEM A POPULAÇÃO QUAIS FORAM OS SERVIÇOS/PROJETOS de utilidade PÚBLICA que vocês prestaram durante os últimos 04 anos de seus mandatos, que possam JUSTIFICAR seu pedido de reingresso, e MAIS que justifique OS MAIS DE R$ 200.000,00 (DUZENTOS MIL REAIS) de salário e verba de gabinete que CADA UM RECEBE POR ANO, fruto/furto de nossos IMPOSTOS.
Só pra melhorar a ANÁLISE DO ELEITOR, saiba que pelo PORTAL DA TRANSPARÊNCIA, a Câmara de Assu, nos CUSTA MAIS DE R$ 2.000.000,00 (DOIS MILHÕES DE REAIS) - dados oficiais -.
Ao final de 04 anos de cada Legislatura, os VEREADORES nos custam cerca de R$ 10.000.000,00 (DEZ MILHÕES DE REAIS) - salários mais gabinetes - não estão incluídos aí os comissionados, os contratos, os conchavos, os cabides, os acertos, as compras e as re-compras...
PORTANTO, deixo aqui meu PLEITO DE CIDADÃ: Srs. VEREADORES DE ASSU, nos informem quais foram os serviços públicos que vocês prestaram a esta Cidade, que justifique sua reeleição e seus salários/custos.
Obrigada.

Danilo disse...

Isso mesmo, e queremos também a justificativa de terem votado contra o projeto de CESSÃO da Casa da Cultura. Por que até agora, o que ficou demonstrado para a população de Assú foi que agiram apenas por interesses próprios, e não em benefício da população.