Causa estranheza a forma como é determinada a remuneração para as diferentes atividades na prefeitura do Assú.
Um farmacêutico contratado para trabalhar 40 horas semanais no PSF recebe no final do mês R$ 1,5 mil.
O psicólogo recebe R$ 1,2 mil/mês para atuar no CAPS durante 40 horas semanais.
O pedagogo do CAPS, com a mesma carga de horas semanal, recebe menos de R$ 1 mil ou exatos R$ 970.
Já uma pessoa física para prestar serviços de entrega de carnês do IPTU e para auxiliar em atividades de fiscalização na atualização do cadastro imobiliário, recebe R$ 1,2 mil ao final de cada mês.
Rabiscos do Samuel Junior: A sensação que se tem é que o discurso de valorização da educação é só balela.
O que adianta ter o terceiro grau se não existe valorização profissional nem por parte do poder público.

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